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8 de janeiro de 2013

Happy Birthday

O cantor David Bowie completa hoje 66 anos, e a comemoração esse ano é em dobro, pois hoje mesmo ele anunciou em seu twitter que está de volta!
"Where are we now?" foi lançada em 119 países através do iTunes!
O 30º álbum vai estar disponível em março. Aguardamos ansiosos Mr.Bowie!








Karina Carreira



30 de maio de 2012

Os Astros do Rock e o tempo

O tempo chega para todos... 
Mas com as estrelas do Rock e a super exposição, ele é muito mais cruel:


Mick Jagger


Michael Stipe


Keith Richards


Bruce Springsteen


Debbie Harry


Patti Smith


Ozzy Osbourne


Steven Tyler


Iggy Pop


Bob Dylan


David Lee Roth


Ron Wood


Axl Rose


Robert Plant


David Bowie


Rod Stewart


Tom Petty


Steve Perry


Sting


David Coverdale


Neil Young


Bono Vox


Slash


Gene Simmons


Sinead O'Connor


E aí, deixe um comentário e conte-nos o que achou!



Fonte: globo.com



29 de maio de 2012

Coachella Valley Music and Arts Festival



Após o retorno do Rock In Rio ao Rio de Janeiro e a primeira edição do festival Lollapalloza, é o festival Coachella que pode acontecer em terras brasileiras em 2014!

O Coachella Valley Music and Arts Festival, mais conhecido como Coachella, é um evento anual de música e arte com duração de três dias, organizado pela Goldenvoice, uma subsidiária da AEG Live. O evento reúne em cada edição, na cidade de Indio, Califórnia, mais de cem shows de artistas da cena alternativa, do rock, do hip hop e da música eletrônica, em meio ao Vale de Coachella. O Festival conta com diversos palcos e tendas espalhadas no local. 

O festival começou a acontecer em 1999, com nomes como BECK, MORRISSEY e THE CHEMICAL BROTHERS, não sendo realizado no ano seguinte por problemas financeiros e voltando em 2001 com a reunião da banda JANE'S ADDICTION.

Nos anos seguintes muitas bandas apareceram no festival, como IGGY & THE STOOGES, KRAFTWERK, PIXIES, BAUHAUS, NINE INCH NAILS, TOOL, RAGE AGAINST THE MACHINE, COLDPLAY, RADIOHEAD, THE CURE, FAITH NO MORE e sir PAUL MCCARTNEY.



Fonte: whiplash.net





25 de maio de 2012

Exibição de filmes de David Bowie em SP


Bowie está na cidade, é isso mesmo? 
Sim, através de seus filmes que serão expostos no 16º Cultura Inglesa Festival, com música, shows, filmes, artes plásticas e teatro, que começa na sexta (25) e exibe a mostra Bowie no Cinema. 

São seis dos seus 15 filmes como ator, sem produções recentes. 

O filme que abre a mostra hoje é "Fome de Viver", que Tony Scott dirigiu em 1983 e virou cult. Bowie e Catherine Deneuve são um casal de vampiros em busca de sangue novo nas baladas. Será exibido às 21h no cine Livraria Cultura, sem legendas. 

O filme mais antigo da retrospectiva é "O Homem que Caiu na Terra", de Nicolas Roeg (1976). Baseado em personagem de suas canções, Bowie é um alienígena andrógino que enriquece na Terra. 

"Apenas um Gigolô" é outro filme antigo, que Bowie fez na Alemanha, em 1978, no papel de um herói da Primeira Guerra Mundial que volta a Berlim e vira um gigolô. 

"Furyo - Em Nome da Honra" (1983) foca a relação entre um soldado inglês (Bowie) em um campo de prisioneiros na Segunda Guerra e um oficial japonês (o também músico Ryuichi Sakamoto). É dirigido por Nagisa Oshima, de "O Império dos Sentidos". 

"Labirinto - A Magia do Tempo" (1986) é uma fantasia assinada por Jim Henson (um dos criadores do "Muppet Show"). Bowie interpreta o vilão, Rei dos Duendes, que persegue a boa menina Sarah -que se transformaria na bela Jennifer Connelly. 

O sétimo filme da mostra tem Bowie apenas como personagem. "Velvet Goldmine", de 1998, conta a história do glitter rock no início dos anos 1970, expondo a amizade entre ele, Lou Reed e Iggy Pop.



16º CULTURA INGLESA FESTIVAL

De sexta (25) a 30 de junho
Confira programação em festival.culturainglesasp.com.br
Evento gratuito!!!



 Fonte: uol.com.br


11 de abril de 2012

Fandalism, a rede social dos músicos




Foi criada uma rede social especialmente para músicos, o Fandalism!

Já tinham ouvido falar do Fandalism? Pois bem, essa rede nova foi feita pra você que tem um talento musical ainda desconhecido pelas grandes gravadoras e que só toca na garagem de casa, mas sempre teve vontade de montar uma banda, conhecer novos sons ou só dar uma passeadinha online mesmo. 

No Fandalism você consegue achar pessoas por tipo de instrumento que ela toca, além de estilo, sexo, idade, país, código postal, cidade e até influência. 

Você também pode conectar a rede ao SoundCloud, postando faixas gravadas lá. Além disso você pode se comunicar com outras pessoas, seguir outros perfis, dar um tipo de nota pra cada músico, postar vídeos e depois compartilhar no Facebook.

Esse Facebook da música ainda é pouco conhecido, com apenas 53.000 fans. Na página inicial a impressão que dá é que apenas convidados podem fazer parte. Porém, se você for na página do Facebook e clicar em Go to App/Ir para aplicativo dá pra fazer o cadastro direto com seu perfil!!!

Imagina então que maluco você que toca um instrumento combinar um chat no Skype com pessoas de outros países e fazer um som online?


Fonte: youpix.com.br





30 de março de 2012

Green Day lança novo vídeo de divulgação do disco




Saiu mais um vídeo de divulgação do novo disco do Green Day, o sucessor de '21st Century Breakdown. Dessa vez, as imagens revelam o progresso da banda no estúdio, com Billie Joe Armstrong gravando vocais e tocando guitarra.

Coisa boa vem por ai!!!


Karina Carreira  




Fonte: Mtv1.com.br

Trailer Oficial: Raul - O início, o fim e o meio





O documentário de Walter Carvalho, Raul: O Início, o Fim e o Meio, tem estréia marcada para o Festival É Tudo Verdade. Não perca!




28 de março de 2012

Ex-marido de Amy Winehouse não terá direito a sua fortuna



Amy Winehouse deixou uma fortuna estimada em três milhões de libras, cerca de nove milhões de reais. Quem irá herdar a herança deixada pela intérprete de Back to Black?
De acordo com o jornal inglês The Sun, apenas os pais dela, terão direito a bolada. O ex-marido da cantora britânica, Blake Fielder, não terá direito ao dinheiro deixado por ela, após sua morte em julho do ano passado.
 Não existem muitas pessoas com 27 anos que fazem testamentos e Amy era uma delas. Ela não tinha ideia de quanto dinheiro ela tinha e certamente isso não estava no topo de suas prioridades. Se ela tivesse feito um testamento, com certeza teria deixado algo para Blake, não dinheiro, mas talvez um investimento. Amy ainda o amava quando morreu (...). Eles [pais da cantora] são sensíveis e perspicazes, por isso é provável que Blake não fique com nada, revelou uma fonte ao tablóide.
O laudo sobre a morte de Amy afirmava que a cantora morreu devido uma intoxicação alcóolica. A cantora foi encontrada morta em sua casa em junho de 2010.


Fontes: R7.com
estrelando.com.br




22 de março de 2012

O início, o fim e o meio: Marcelo Nova relembra devoção, encontros e parceria com Raul Seixas


Os músicos Marcelo Nova e Raul Seixas, em foto tirada na década de 1980


Em outubro de 1988, o roqueiro baiano e fundador da banda Camisa de Vênus, Marcelo Nova, convidou o amigo Raul Seixas para voltar aos palcos depois de cinco anos de hiato. Raul andava mal das pernas, com a saúde debilitada pelo abuso do álcool, e sua carreira havia sido colocada no ostracismo. "Marceleza, será que eu estou em forma?", perguntou o maluco beleza a Nova. "Quem é rei não perde a majestade, Raulzito", devolveu o pupilo, que no ano que se seguiu embarcou com Raul em uma turnê pelo país que só se encerrou em 21 de agosto de 1989, dia da morte do ídolo e antevéspera do lançamento do primeiro e único disco em parceria da dupla.


Por ocasião do lançamento de "Raul - O Início, o Fim e o Meio", documentário sobre o cantor que estreia nesta semana nos cinemas brasileiros, o UOL convidou Nova para dividir essa e outras memórias de sua relação com Raulzito. Confira a seguir o depoimento exclusivo:


A primeira vez que vi Raul Seixas foi em Salvador, no início dos anos 60, no Instituto de Reabilitação da Criança Defeituosa, entidade idealizada e dirigida pelo Dr. Fernando Nova, meu pai, que no final de cada ano promovia uma festinha para crianças portadoras de poliomielite.


Lembro que numa delas, entre apresentações de palhaços e mágicos, repentinamente surgiram dois adolescentes. O primeiro trazia uma vitrola portátil numa das mãos e ainda empurrava um carrinho de bebê, no qual estava o outro garoto vestido de nenê, com mamadeira, chupeta e demais acessórios. O que estava em pé liga a vitrola, põe o disco "O Boogie do Bebê" e começa a fazer uma dublagem embalada por passos de rock n' roll e requebros "elvinianos".


Houve subitamente um breque musical e o "bebê" se ergue no carrinho, joga a chupeta no chão e balbucia qualquer coisa. O outro dá-lhe uma bofetada e segue dançando para a gargalhada geral de quem, assim como eu, assistia atentamente à performance. O que estava vestido de bebê chamava-se Waldir Serrão. O frenético dançarino de topete atendia pelo nome de Raul Seixas. Eram os sócios-fundadores do "Elvis Rock Clube" e tinham uns 16 ou 17 anos.


Ainda não sabia que Raul morava na Graça, o mesmo bairro que eu [em Salvador]. E foi lá mesmo, na Graça, que alguns anos depois aconteceu a FIT (Feira de Indústria e Tecnologia), onde vários stands anunciavam, promoviam e vendiam as novas "maravilhas": televisores, liquidificadores e fogões tinham as suas virtudes enaltecidas por belas garotas de minissaia, sentadas em convidativas poltronas e exibindo coxas que levavam garotos como eu ao êxtase.


Perto do final do expediente, porém, elas sempre terminavam saindo com alguém mais velho, o que, se por um lado frustrava, por outro era o sinal de que iria começar o musical de encerramento das atividades da feira com a melhor banda de rock n' roll: Raulzito e Os Panteras. 


Foi através deles que obtive meu primeiro contato imediato com o rock n' roll. Tinha já compactos e LPs de Little Richard, Elvis, Beatles e Stones, mas jamais havia visto nada disso ao vivo. Raulzito, vestido com um casaco de couro, tremia, dançava e se jogava no chão, provocando estranhamento em boa parte da plateia, habituada a performances mais corriqueiras. "Há muito tempo atrás, na velha Bahia, eu imitava Little Richard e me contorcia, e as pessoas se afastavam pensando que eu 'tava tendo um ataque de epilepsia'", diria ele em "Rock N' Roll", música que fizemos juntos em 1989. 


Os Panteras rosnavam e rugiam tanto que, no final do show, dezenas de garotas disputavam o privilégio de uma aproximação, desejando e ao mesmo tempo temendo ser mordidas. E eu voltava para a casa andando, com o coração acelerado, lembrando de cada momento e alegre por constatar que havia algo mais na Bahia além das fitinhas do Bonfim, acarajés e abarás.


De Raulzito a Raul, o porta-voz de domésticas, profissionais liberais e intelectuais
Alguns anos mais tarde, Raul se mudou para o Rio de Janeiro e eu só voltaria a vê-lo pela TV, no Festival Internacional da Canção, em 72, cantando "Let Me Sing, Let Me Sing". E foi logo depois, através de discos como "Krig Ha Bandolo", "Gita", e "Novo Aeon "que ele deixaria de ser Raulzito, o cantor de rock n' roll para tornar-se Raul Seixas, o compositor que imprimiu altas doses de pertinência, mordacidade, sarcasmo, reflexão e inteligência no texto da música brasileira. 


Sozinho, ou em parceria com Paulo Coelho, escrevia para um público heterogêneo (empregadas domésticas, profissionais liberais e intelectuais incluídos). E, como um caso único, fazia-se não só compreender, mas também o mais importante, dava a chance ao ouvinte de compartilhar e se identificar com o que era dito. Não era ingênuo como o rock que o antecedeu nem tão pouco partilhava a pseudo-poesia de lugares-comuns (com raras exceções) da MPB da época.


Seus shows transformaram-se no despacho literal da bagagem libertária que trazia dos anos 60. Em 1976, na concha acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, durante uma apresentação, Raul despe-se no palco. "Essa é minha terra, e nela fico do jeito que quero." Incontinente, manda o público jogar fora as carteiras de identidade. "Não existem fronteiras na Terra que transformem seres humanos em números", dizia Raul, provocando uma verdadeira chuva de cédulas verdes e uma terrível dor de cabeça em quem precisasse delas nos dias seguintes.


A essa altura a parceria com Paulo Coelha já havia esfriado, mas Raulzito, agora ao lado de Cláudio Roberto, continuava emplacando hits que se tornariam clássicos como "Maluco Beleza", "Aluga-se" e "Rock das Aranha". Esta última, no período de seu lançamento, em 1980, foi proibida de execução em rádio.


Encontro no Circo

Nessa época, eu já havia formado o Camisa de Vênus e em 1982 iria com a banda para o Rio de Janeiro, onde havia uma cena incipiente com novos grupos que surgiam de vários cantos do país. E o local obrigatório para todos se apresentarem era o Circo Voador. Foi lá, numa noite no final de 1983, que o Camisa de Vênus se apresentou em uma casa não muito cheia, mas com um convidado muito especial na plateia.


Maria Juçá, que produzia todos os eventos e até hoje comanda o Circo Voador, me disse no camarim que Raul Seixas tinha acabado de chegar pois queria me conhecer. Como ele costumava ironizar todo o rock brasileiro, achei que ela estivesse brincando. Não estava. Ele chegou, ela nos apresentou e no final do meu set, com a maior cara-dura, convidei-o ao palco. Para minha surpresa (eu achava que ele não iria topar) e indescritível satisfação, ele entrou vestido de jeans e com uma enorme bota de cowboy até os joelhos.



Tocamos um medley de rock dos anos 50, "Be Bop A Lula", "Blue Suede Shoes", "Whole Lotta Shakin' Going On" e no final apertamos as mãos. Um ano depois, em São Paulo, fui no camarim de um show que ele havia feito, conversamos, trocamos endereços e, a partir daí, estabeleceu-se entre nós uma relação de amizade que perduraria até sua morte.


Neste período ele, que já havia lançado o disco "Metrô Linha 743" (cuja música título e letra desconcertante e surreal até hoje me provoca uma estranha sensação de desconforto ao ouvi-la), afastou-se dos palcos com a intenção de dedicar-se apenas a trabalhos de estúdio: "Esse negócio de show é doideira. Nego quer me pagar, me esticar, me matar. Eu não sou John Lennon e tenho medo de levar um tiro lá em cima. No estúdio eu gosto mais. Posso ficar que nem o Professor Pardal fazendo minhas experiências."


Back to Bahia

Em 1987, ambos morando em São Paulo, saiu nossa primeira parceria, "Muita Estrela, Pouca Constelação", que cantamos juntos no último disco do Camisa. Depois do final do grupo empenhei-me na formação de minha nova banda, Envergadura Moral, e na gravação do meu primeiro disco solo. Como Raul também estava envolvido com seu disco "A Pedra do Gênesis", ficamos alguns meses sem nos ver.


Finalmente, numa noite de outubro de 1988, saímos para jantar e o convidei para ir até a Bahia, onde eu faria dois shows. Como ele havia encerrado o quinto casamento e estava bastante abatido, pareceu-me que uma viagem seria boa para o espairecer. Ao chegarmos em Salvador, ele havia decidido que chegara o momento de quebrar uma abstinência de cinco anos de palco:

- Marceleza, será que eu estou em forma?

- Quem é rei não perde a majestade, Raulzito.

Quando finalizei o meu set e o anunciei, a plateia veio literalmente abaixo, pulando o fosso que a separava do palco. Era a volta do precursor do rock brasileiro em texto e atitude. Do cara que hipnotizava multidões. De um rebelde verdadeiro que ironizava o sistema, que provocava e também convocava seu público a pleitear uma sociedade alternativa a se desenvolver no âmago de cada um.


Encerrado o show, estávamos todos tão contentes, ele, eu e a essa altura nossa banda, a Envergadura Moral, que resolvemos fazer mais uns dois ou três shows juntos para vermos como ficava. Os dois ou três vieram rápido, e com eles a vontade de fazer mais. A cada show, apesar do visível estrago que muitos anos de álcool ininterrupto fizeram no seu organismo, debilitando-o e dificultando a sua locomoção, eu me emocionava descobrindo, naquela face precocemente envelhecida, o rosto do garoto que me fez vibrar e acreditar que eu também encontraria o meu caminho.


Estar ali com ele compartilhando o mesmo palco tinha para mim um significado único: não era apenas a junção de dois artistas de gerações diferentes que celebravam suas afinidades através da linguagem comum do rock n' roll. Era o meu passado que se encontrava com o meu presente 25 anos depois, fazendo com que o caos da estrada, a solidão dos quartos de hotel, o desconforto dos ônibus e aeroportos, o amargo dos chocolates e cafés e as imagens fragmentadas da noite anterior fizessem sentido.


A essa altura, já tínhamos várias músicas em parceria, e quando surgiu o convite de Andre Midani, então presidente da Warner do Brasil, para gravarmos um disco juntos, Raul me disse: "Somos nós dois. Vai ser a panela do diabo, Marceleza..." E assim foi. Gravamos o disco em um mês e, à medida que nos aproximávamos do fim, íamos nos certificando de que este era um trabalho que iria ficar. Faltavam apenas dois dias para o lançamento quando fomos surpreendidos pela sua morte.


Raul foi um artista que em vida sempre se expôs, sempre se posicionou, que cometeu todos os excessos possíveis e também os inimagináveis, que vivia o que cantava e cantava como vivia, sem ter tempo para as previsíveis estratégias de marketing que ainda hoje dominam o mercado fonográfico. Através dele, milhões de pessoas tiveram a oportunidade de confrontar a arte em seu sentido mais amplo - impactante, corrosiva, febril e passional. Levou às últimas consequências o "faz o que tu queres" e pagou o preço pois, no final, ele sabia que "há de ser tudo da Lei".


* Marcelo Nova, 60, é cantor e compositor. Trabalhou como radialista, crítico musical e, nos anos 80, fundou a banda de punk rock Camisa de Vênus, em Salvador, com a qual se apresenta esporadicamente até hoje. Em 1989, lançou o disco "A Panela do Diabo", com Raul Seixas.

Fonte: http://musica.uol.com.br 


10 sites para baixar música de graça


Depois que sites como o Megaupload foram fechados e servidores de torrents entraram na mira da guerra antipirataria, todo mundo está sujeito a virar um criminoso virtual. A solução para quem não vive sem baixar música na internet são sites que oferecem arquivos gratuitos. Separamos alguns sites cheios de bandas independentes e artistas novos. Você pode baixar à vontade e ainda se tornar a nova enciclopédia hipster musical da turma.


Para quem gosta de música erudita, jazz e coisas mais ‘sérias’, essa é uma boa pedida. Além do acervo de música para download, o site também oferece músicas em creative commons, livros, filmes e audiobooks.


Além de um blog de música, o Café disponibiliza faixas e álbuns de bandas independentes que estão saindo do forno. Para quem gosta de indie rock, é bacana acompanhar o site, que põe muita revista de música no chinelo. Se você estiver atrás apenas de downloads, use o campo de busca – o site não é lá muito organizado.


Esse site surgiu em 1999 e foi um dos primeiros a aproveitar o potencial da internet como um jeito de divulgar novas bandas. Depois de fechar em 2004, o Epitonic reabriu em 2011 – e, dessa vez, com material de gente mais famosa – como The Strokes e Peaches -, o acervo está dividido em playlists de artistas, álbuns, gravadoras, estilos e pelo gosto musical dos editores.


O acervo é completamente royalty free. Ou seja, você pode baixar à vontade bandas independentes do mundo todo, incluindo a presença forte de artistas brasileiros! O site pode ser visualizado em sete idiomas, inclusive português, o que é uma mão na roda se você não souber falar inglês. Quem tem banda também pode criar uma conta e compartilhar suas composições.


Como o próprio nome já diz, esse site é dedicado ao formato mp3. Todo dia, eles liberam faixas para download gratuito e tentam agradar todo mundo: as opções diárias incluem country, hip hop, rock e pop. Mas preste atenção no que você vai baixar – alguns dos serviços são pagos!


O site acompanha as promoções do iTunes e todo dia divulga o que está disponível para download gratuito na plataforma da Apple. Perfeito para quem tem iPod, iPad, iPhone, iTudo, quer se manter na legalidade, mas não tem paciência para ficar vendo tudo que acontece na Apple Store.


O acervo inclui bandas 100% independentes, ou seja, que não têm contrato com gravadora alguma. Tem música para todos os gostos – e talvez demore um pouco até você descobrir algo que valha a pena e que se encaixe no seu gosto. Democracia musical tem dessas: nem tudo que reluz é estatueta do Grammy.


O ponto forte deste site são as gravações ao vivo de artistas favoráveis ao download e compartilhamento gratuito de músicas. Alguns pesos pesados, como o Radiohead, disponibilizaram shows para que os fãs pudessem baixar no site. Algumas gravações são melhores que as outras, mas sempre rola aquela emoção de ouvir a galera cantando com a banda. Se você prefere versões de estúdio, passe longe.


O acervo é bem extenso e eles montam tabelas com as músicas que são mais baixadas, indicando se elas subiram, desceram ou permaneceram na mesma posição no ranking. Dá para acompanhar tabelas gerais e em muitas subcategorias, como Happy Hardcore (quem explica?!).


Mais uma vez, os ecléticos saem ganhando: as músicas deste site são organizadas em paradas de sucessos para cada estilo. Periodicamente, o site realiza competições entre as bandas levando em conta vários critérios – como o concurso para escolher a melhor música gótica. Também tem clipes das bandas postados direto do YouTube.


Fonte: http://super.abril.com.br



Bob Marley, rei das redes sociais



O artista morreu em 1981, mas a lenda continua viva e atualizando as redes sociais! Com mais de 37 milhões de fãs no Facebook, Bob Marley supera muitos artistas populares da atualidade como Beyoncé e Black Eyed Peas.

Além de sua fan page, mantém atualizados seus perfis oficiais no Twitter, YouTube, Flickr, MySpace e não deixa de fora as apostas Google+ e Pinterest. Com toda a discografia disponível no iTunes, o mestre do reggae estreia mais um filme no próximo dia 20 (video acima)

ESCRITO POR MARCELO TAS


Fonte: www.terra.com.br




20 de março de 2012

Johnny Depp fará dueto com Marilyn Manson


Johnny Depp e Marilyn Manson farão um dueto com a música ‘You're So Vain’, de Carly Simon, para o próximo álbum do excêntrico astro. O disco está previsto para ser lançado no dia 1º de maio.


Que Johnny Depp tem um gosto pelo macabro, talvez isso não possa ser negado. Afinal, o ator já estrelou os sombrios filmes de Tim Burton, como Edward Mãos de Tesoura, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça e Sweeney Todd o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet. A novidade é que desta vez Depp se unirá a outro mestre controverso, o cantor Marilyn Manson. 

Segundo o site americano HuffPost Entertainment, os dois farão um cover do hit You're So Vain, de Carly Simon. O dueto será uma faixa do próximo álbum de Manson, Born Villain, que está previsto para ser lançando no dia 1º de maio. 

Não é a primeira vez que os dois ícones da cultura pop aparecem juntos em um trabalho. Em 2001, um remix da música The Nobodies, de Manson, foi incluída no filme From Hell, com Depp no elenco. 

O polêmico cantor e o excêntrico ator são amigos de longa data. Tanto é que Depp convidou Manson para a première de Piratas do Caribe.


Fonte: www.uol.com.br

19 de março de 2012

As novas tatuagens de Courtney Love


A cantora abalou novamente com suas novas tatuagens. 
Não é possível conseguir muita informação sobre o assunto, pois elas apareceram apenas no twitter da cantora, e este é protegido de intrusos... Mas como podem ver , ela tatuou várias flores de cerejeira. Não sei ao certo, mas acho que são 5 flores!


By Karina Carreira



16 de março de 2012

Bons tempos para quem gosta de tênis, acessórios e também de música!





A Vans, uma das maiores empresas de roupas e artigos em vinil, vai relançar, pela primeira vez, cinco calçados clássicos de bandas, o festival de artes, filmes e muito som! Alguns dos produtos têm mais de 30 anos e foram grandes sucessos  no ano da criação!
Para cada dia de festival, será a vez do calçado especial de uma banda. 
Começa com SLAYER (13 de março), depois vem Descendents (14 de março), Bad Religion (15 de março), Iron Maiden (16 de março) e finaliza com Social Distortion (17 de março).
A loja do evento, a Vulcanized Vinyl, ainda contará com o “Concierge Service”, serviço especial de entrega nos principais hotéis da região do SXSW.


Fonte: pinkvader.com


13 de março de 2012

Gorilaz + Converse


O nome do projeto encabeçado pela marca de tênis Converse, é três artistas, uma música.

A idéia é três musicos unidos para a criação de uma música.

Gorillaz, Andre 3000 e James Murphy apresentam ao publico DoYaThing. 





O designer é feito pelo ilustrador oficial da banda, Jamie Hewlett. 

DoYaThing foi disponibilizado para download junto ao anuncio oficial da campanha da Converse, e teve seu video clipe postado no youtube oficial dos Gorilaz. 

O clipe mostra os quatro membros fictícios da banda em um dia comum, dentro de seu apartamento, com mesclas de elementos e videos passados e personagens apresentados nos curtas de Plastic Beach, é lotado de referências visuais. 

Assista a DoYaThing, mais o making of e animatic desenhado por Hewlett. 






15 de setembro de 2011

EMO é Mais PUNK Do Que Supõe Nossa Vã Filosofia.

O pessoal do YourSceneSucks definindo um emo original.
Sim, sem lápis de olho.
Estilo odiado pela maioria, adotado por alguns, o movimento emo ganhou e perdeu força entre os círculos jovens moderninhos. Reconhecíveis pelas franjas, roupas, gírias, maquiagem e tendo como sucessores absolutos os atuais "coloridos", fãs de bandas emergentes do happy-rock.

Certo?

Errado. Aliás, muito errado.

Repense tudo o que você acha que sabe sobre EMO. Esqueca as franjas, as caras borradas de delineador preto, delete!
A HYPE te explica hoje aquilo que - até hoje! - quase ninguém soube informar corretamente!

"Mas como assim? Eu conheci emos! Eles existiam!"
Pois é, parecia que sim, mas não.
A realidade é que sequer quem se denominava emo sabia o que estava dizendo.
O EMO surgiu de uma mistura entre Hardcore e Indie, carregado do estilo Faça Você Mesmo, artéria principal da música Punk.

Sentimos muito pelo desapontamento, mas...
É assim que uma banda emo de verdade
se parece. Na foto, Rites of Spring.
"Que absurdo! Emo não é Punk! Emo são crianças choronas e Punks são agressivos!"
A origem do que chamamos Real Emo é descendente do estilo hardcore, que por sua vez, veio do punk.
O nome vem sim de "emoção", pois as bandas do período (meados dos anos 80) subiam ao palco para expressar de forma explosiva o conteúdo das letras.
Uma banda que comumente tem sido atribuída como percursora do som seria a Rites of Spring, porém como referência existem muitas outras, como o Cap'n'Jazz, American Football, Indian Summer, Jawbreaker...

Se por acaso esses nomes não soam familiares, não se desespere! Há um motivo: o Real Emo era independente e underground, muitas vezes sem contrato com gravadoras ou apenas com selos alternativos. Ou seja, um som restrito, e não popular e disseminado como o "novo emo" foi.
E só para constar: não, eles não necessariamente usavam franjas, nem maquiagem.

Quer saber como, afinal, era o som? Segue um Cap'n'Jazz para relaxar. Música essa aliás, que inspirou a criação de uma banda (Scary Kids Scaring Kids, do estilo post-hardcore) com o mesmo título.

De onde nós tiramos isso? Aqui, aqui e do nosso acervo mental infalível, é claro.

Informações exclusivas, jornalismo independente e realmente investigativo sobre aquilo que você quer saber: Só a HYPE tem!