8 de agosto de 2012

Como seria um hospital se o médico errasse a porta do quarto e entrasse no armário?


A “visita” é sempre um grande jogo: o palhaço faz de conta que é médico e a criança dá forma ao espetáculo. A intenção não é distrair a criança da realidade na qual ela está inserida, e sim fazer daquele encontro um momento de diversão e cumplicidade. O programa é rotineiro – duas vezes por semana, seis horas por dia – e o trabalho em parceria é fundamental tanto entre a dupla de palhaços quanto entre a dupla e a criança. Os familiares e os profissionais de saúde também entram no jogo. 

O programa é gratuito para os hospitais e todos os hospitais atendidos pelo programa são públicos, com exceção do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, que foi berço do trabalho.


São Paulo

Conjunto Hospitalar do Mandaqui
Hospital Santa Marcelina
Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP
Instituto de Tratamento do Câncer Infantil – ITACI
Hospital Municipal do Campo Limpo
Hospital Geral do Grajaú
Hospital Universitário da USP

Rio de Janeiro*

Hospital Adão Pereira Nunes
Hospital Alberto Torres
Hospital Azevedo Lima
Hospital Eduardo Rabello
Hospital Rocha Faria
Hospital Santa Maria
Hospital Tavares Macedo

* No Rio de Janeiro são contemplados somente os projetos Plateias Hospitalares e Boas Misturas.

Recife

Hospital Barão de Lucena
Hospital Oswaldo Cruz
Hospital da Restauração
Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira – Imip

Belo Horizonte

Santa Casa de Belo Horizonte
Hospital das Clínicas da UFMG
Hospital da Baleia



Fonte: doutoresdaalegria.org.br

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